sábado, 7 de junho de 2014

Sistema de saúde pública de Bom Jesus do Norte é "nota 8", você concorda?

Foi a própria secretária de saúde quem constatou tal avaliação, na sabatina realizada na câmara dos vereadores na sessão ordinária de quinta feira (05/06) ao responder a indagação do vereador Romeu Lopes, a secretária se mostrou insegura e desinformada da real responsabilidade do cargo que ocupa, e da gravidade de fatos relatados por ela mesma.

A servidora pública municipal Maira Braga que é enfermeira, e ocupa a secretaria de saúde me deixou a preocupante impressão que está jogada na cova dos leões da improbidade administrativa do poder executivo de BJN. 

Ela tem que ter consciência que o secretário de saúde tem total responsabilidade sobre o Fundo Municipal de Saúde, e deixar que o prefeito ou outro setor do governo interfira em sua gestão é temerário por demais.

De nada adianta levar toda sua equipe de trabalho para lhe dar apoio na câmara, pois se estourar um processo de improbidade administrativa no fundo municipal de saúde, nenhuma daquelas pessoas que foram a câmara poderão fazer nada por ela.



Nas próximas publicações irei abordar os tópicos marcantes da sabatina da secretária de saúde e todos poderão analisar os pontos de maior polêmica para entender o alerta que deixo nesta publicação. 
A princípio deixo para o contribuinte e cidadão de Bom Jesus do Norte uma enquete ao lado para que vocês também façam a avaliação do serviço público de saúde em Bom Jesus do Norte.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Gestão pública BJN | Público e privado junto e misturado

Na ilustração desta reportagem temos o veículo VW Saveiro placa OCZ – 0220, que foi adquirido através de convênio com a SEADH (Secretaria Estadual de Assistência e Direitos Humanos) nº 183/2010, para atender ao extinto “Lar André Luiz”. 

Como a instituição/abrigo estava encerrando suas atividades, o então prefeito Adson Azevedo, não entregou o veículo sendo feita a justificativa para o Governo Estadual, e o mesmo autorizando o uso do veículo na Secretaria Municipal de Assistência Social , para  a proteção social especial.

Todavia, desde que a atual gestão assumiu, este veículo vem sendo utilizado de forma particular pela secretária de assistência social e primeira dama do município. 

O veículo inclusive, permanece durante fins de semana e feriados em frente à residência do prefeito, sempre acompanhado dos veículos do gabinete.

Na foto, uma pessoa flagrou a secretária utilizando o veículo para fins particulares em um domingo (25/05/2014), na rua Gonçalves da Silva, Bom Jesus do Itabapoana onde segundo informações a secretária/primeira dama estaria participando de um churrasco, próximo à Igreja Presbiteriana, em BJI


É com a plena crença pela impunidade que os gestores de BJN utilizam os veículos oficiais do município em benefício próprio, enquanto a sociedade carente de Bom Jesus do Norte tem seus direitos cerceados por conta da incapacidade gerencial do governo.

Incompetência na segurança pública sob toque de recolher

A crescente violência na região sul capixaba tem causado reflexos dos mais variados nas cidades desta região, tráfico de drogas, assaltos a residências e brigas generalizadas nos fins de semana tem tirado o sono das autoridades políticas em dado muito trabalho às autoridades policiais. A situação chegou a tal ponto, que algumas cidades da região estão adotando medidas extremas para conter a escalada do crime.

E dessas medidas extremas, a mais polêmica está na determinação judicial pelo fechamento de todos os estabelecimentos comerciais até as 23:00 horas em Apiacá, e agora aprovado pela câmara de vereadores de Guaçuí um projeto de lei enviado pelo poder executivo determinando o encerramento do expediente comercial de todos os estabelecimentos noturnos até as 22:00 horas.

Ambas as situações foram decisões do poder público local dessas cidades, em Apiacá o judiciário, e em Guaçuí, foram os poderes executivo e legislativo que decidiram pelo “toque de recolher”. 
A situação recomenda uma reflexão acerca das responsabilidades dos governantes nesta situação, primeiro temos que analisar que se o poder público local dessa cidades decidiram por medida tão extrema, fica nítido que o governo do estado não tem atendido a sociedade dessas cidades a contento.

A dificuldade em pôr ordem nessas cidades nas programações de entretenimento noturno, está claro que o motivo é o mais que reduzido contingente de policiais militares disponíveis nessas cidades, e nas demais da região extremo-sul capixaba.
Também há de se considerar as limitações impostas à polícia civil a partir das 18:00 horas, em que uma apreensão de drogas tem que ser registrada em Alegre, dificultando e muito o trabalho do delegado titular de polícia de Bom Jesus do Norte, que atende simultaneamente o município de Apiacá.

As prefeituras também tem sua parcela de responsabilidade em auxiliar o trabalho da secretaria estadual de segurança pública, bastando se planejar e buscar recursos para os diversos convênios e projetos disponíveis no Programa Nacional de Segurança Integrada, em que o ministério da justiça contempla os municípios com recursos financeiros e equipamentos para auxiliar as polícias militar e civil.

O que é de se lamentar de fato, é testemunhar municípios adotando o toque de recolher em virtude da violência nas noites, com isso o poder púbico dessas cidades acabam por admitir que as políticas de segurança púbica do estado fracassaram perante ao crime que avança em cidades outrora tranquilas e pacatas. 

Como primeiro passo para essas cidades, fica a sugestão de implantação de câmeras de monitoramento em pontos estratégicos nessas cidades, e a criação da guarda municipal preparada e equipada para situações de brigas e tumultos generalizados.

O que não se pode aceitar é fazer com que diversos estabelecimentos comerciais que dependem do movimento noturno tenham substancial prejuízo financeiro, deixando de gerar renda, impostos e empregos em detrimento ao fracasso do poder público no combate à violência.

domingo, 1 de junho de 2014

Promoção indevida com o “Antônio Honório”

Algum de vocês sabem em que ano foi fundado o Colégio Antônio Honório? Certamente que o mesmo foi fundado muito antes do atual prefeito sonhar em um dia ser prefeito. 

No entanto como é de praxe em governos sem rumo e gerido por pessoas suspeitas e condenadas por corrupção, o princípio constitucional da PUBLICIDADE frequentemente é confundido com PROPAGANDA ENGANOSA.

No caso em tela temos o exemplo do atual governo de Bom Jesus do Norte, que de maneira trapaceira, o trapaceiro secretário interino-eternamente de educação do município informa na placa da Escola Municipal de Ensino Fundamental Antônio Honório, com os seguintes dizeres: “Adm. 2013/2016 – Responsabilidade com a CIDADE, compromisso com VOCÊ”.


Mesmo se a citada escola tivesse sido inaugurada na atual gestão, esta informação deveria constar na placa inaugural e não na placa que denomina a escola, de frente para a rua, na entrada principal, e voltada para o público.


Desta maneira o secretário banido promove de maneira sorrateira a imagem do atual governo, e ao mesmo tempo omite que por um bom tempo a sala de reforço desta mesma escola ficou inativa por conta da incapacidade gerencial do atual secretário.

Casagrande em BJN | Crianças fora da sala de aula, em nome da politicagem eleitoreira

No comício oficial promovido pelo governador do estado em Bom Jesus do Norte, tivemos variadas violações da legislação eleitoral conforme adiantado na publicação anterior, e nesta reportagem vamos abordar violações de outra seara, neste caso o Estatuto da Criança e do Adolescente. 

Para garantir um número vistoso de pessoas presentes no comício do governador, além dos servidores públicos municipais, tivemos preenchendo a claque governista de maneira lamentável os alunos da escola estadual Horácio Plínio.

O estatuto da criança e do adolescente até permite que a direção da escola retire as crianças da sala de aula para eventos do calendário oficial do município, e não em um comício extemporâneo disfarçado de visita oficial do governador do estado.

Retirar crianças da sala de aula para dar quórum a evento político seja de qualquer natureza além de violar o E.C.A., ainda demonstra a dimensão do oportunismo e da insensibilidade de quem está à frente do poder público em Bom Jesus do Norte.

E para agravar a irresponsabilidade deste fato, a crianças somente ficaram no local do evento até uma certa parte do mesmo, sendo certo que a discurseira eleitoral dos participantes do evento não agradou os alunos, os mesmos saíram da tenda eleitoral do estado, e foram passear sem o menor monitoramento da direção da escola.

Conforme registra nas fotografias, temos os alunos saindo do local do evento, um grupo na esquina do Centro Cívico e outro grupo na Praça Astolfo Lobo. 


Pergunto quem seria responsabilizado se caso um aluno desses que está sob responsabilidade da escola fosse atropelado ao atravessar a rua?
Cabe salientar que o Ministério Público estava representado neste evento, e em vez de tomar providências com tudo que viu, o MP tudo aplaudiu.